domingo, 8 de maio de 2011

Minha MÃE

És fragrância de verdades
segregada no meu peito
que aqueço
enquanto o tempo baila
acordando a vida
e tuas mãos me apalpavam, me acariciavam
como a massa que modelavas
e te tornava bela

Mãe,
és o pássaro aceso
construindo ninho inimagináveis
em cada parte do meu pensamento e do meu corpo

Mãe,
és a estância plena e calma
em que meu corpo adormece são e salvo
da poeira da distância

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Um comentário:

Polly disse...

acho lindo esse escrito! Hoje sei o que o senhor sente, dessa falta, desse amor e de uma memória fugidia, às vezes sofrida, mas muito, muito terna!